sexta-feira, 27 de junho de 2014

DEVOCIONAL DE 27 DE JUNHO Procurem fazer o que é certo - servus Dei



Procurem fazer o que é certo
Amós 5.11-15
Vocês exploram os pobres e cobram impostos injustos das suas colheitas.
Por isso, vocês não vão viver nas casas luxuosas que construíram, nem chegarão a beber o vinho das belas parreiras que plantaram.
Eu sei das muitas maldades e dos graves pecados que vocês cometem.
Vocês maltratam as pessoas honestas, aceitam dinheiro para torcer a justiça e não respeitam os direitos dos pobres.
Não admira que num tempo mau como este as pessoas que têm juízo fiquem de boca fechada!
Procurem fazer o que é certo e não o que é errado, para que vocês vivam.
Assim será verdade o que vocês dizem, isto é, que o SENHOR, o Deus Todo-Poderoso, está com vocês.
Odeiem aquilo que é mau, amem o que é bom e façam com que os direitos de todos sejam respeitados nos tribunais.
Talvez o SENHOR, o Deus Todo-Poderoso, tenha compaixão das pessoas do seu povo que escaparem da destruição.
REFLEXÃO:
IRMÃOS
ACORDEM.
REFLITAM
PENSEM BEM NO QUE ESTA ACONTECENDO AGORA EM NOSSO BRASIL.
servus Dei

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PALAVRA DE FÉ - servus Dei

PALAVRA DE FÉ.

O Devocional de hoje, 26 de junho, revela o que está escrito no livro de Amós, capitulo 5, versículo 4:
 O SENHOR diz isto ao povo de Israel:
— Voltem para mim a fim de que tenham vida.
Outro dia eu pensei neste versículo com muita tristeza no coração.
Eu estava triste porque vi o desespero no rosto de um negociante, de um homem, que certo dia teve muita esperança em seu coração.
A história é essa:
Fui almoçar no shopping perto de minha casa com Thereza Christina.
Deixamos o carro no estacionamento e entramos por uma porta que nunca usamos no andar térreo.
Ela foi ate a caixa eletrônica e eu fiquei olhando as lojas que lá estavam instaladas.
 Foi ai que vi uma loja de produtos antialérgicos.
No meio da loja estava de pé um homem de meia idade e seu semblante era de total desespero, de uma tristeza absoluta.
No fundo, por trás do balcão, uma mulher, também, demostrando uma tristeza profunda.
Imediatamente eu fiz uma oração pedindo ao Senhor nosso Deus que olha-se por aquele homem, por aquela mulher, por aquele comercio.
Meu coração se encheu de tristeza.
Pensei na alegria daquele homem, de sua família, no dia da inauguração daquela loja.
Na alegria aquela mulher de ter aquele emprego.
Quantas esperanças todos tiveram.
E fiquei mais triste ainda.
Fiquei emocionado, meus olhos ficaram turvados, e ai pensei no versículo acima – “voltem para mim a fim de que tenham vida”.
Ato continuo eu pensei se aquelas pessoas tinham Deus no coração.
Fiquei ainda mais triste.
Contudo nada fiz para levar a Palavra àquelas pessoas.  
Tenho vergonha de não ter feito.
Não honrei meu Senhor como deveria.
Minha tristeza é absoluta por esse fato.
E foi pensando no fato é que na reflexão do Devocional eu escrevi:
É muito simples:
Não há nada, não acontece nada, não sem tem nada, logo não há vida fora do Senhor.
Estude a Bíblia para encontra-Lo e assim sua Fé ser fortalecida.
E essa será a mensagem que tentarei dar para aquelas pessoas no nome Santo de Jesus.


servus Dei.

Ação Internacional de Oração Intercessória: DEVOCIONAL DE 26 DE JUNHO Voltem para mim - servus...

Ação Internacional de Oração Intercessória: DEVOCIONAL DE 26 DE JUNHO Voltem para mim - servus...: Voltem para mim Amós 5.4 O SENHOR diz isto ao povo de Israel: — Voltem para mim a fim de que tenham vida. REFLEXÃO; É m...

DEVOCIONAL DE 26 DE JUNHO Voltem para mim - servus Dei


Voltem para mim
Amós 5.4

O SENHOR diz isto ao povo de Israel:
— Voltem para mim a fim de que tenham vida.


REFLEXÃO;

É muito simples;
Não há nada, não acontece nada, não sem tem nada, logo não há vida  fora do Senhor.
Estude a Bíblia para encontra-Lo e assim sua Fé ser fortalecida.
servus Dei.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AS CINCO SOLAS A Bíblia para os católicos romanos. Parte 2 servus Dei

AS CINCO SOLAS
A Bíblia para os católicos romanos.
Parte 2
servus Dei
11/06/2014

Hoje muitos católicos romanos afirmam que a Igreja Católica Apostólica Romana nunca proibiu a leitura da Bíblia Sagrada, porem não é verdade.
Não era de interesse da Hierarquia que os ensinamentos bíblicos fossem difundidos e sim a Tradição, Doutrinas e Ensinamentos da Igreja Católica, do Papa e Bispo de Roma, tanto para as Elites como para o povo miserável que pululavam pela Europa.
Para a Igreja de Roma, agora ramificada na Europa, “não era interessante que o povo lesse a Bíblia, simplesmente, porque mesmo uma singela leitura da Bíblia iria colocar em relevo a falsidade doutrinária do catolicismo romano com seus dogmas cada vez mais anti e extrabíblicos”.
“A solução então era não traduzir a Bíblia para o vernáculo do povo, mantendo-a trancafiada em latim, monopolizada por uns poucos padres agraciados que falavam essa língua”.
“Durante séculos foi um pecado mortal possuir e ler a Bíblia no próprio idioma nativo da pessoa”.
Imperadores, Reis, Príncipes, Abades, Priores, Bispos, Senhores Feudais, comungavam com esta postura, já que seus Poderes estavam vinculados  diretamente do Poder da Igreja de Roma.
A Igreja de Roma considerava que as Heresias se baseavam em traduções e interpretações das Sagradas Escrituras, da Bíblia, por isso elas não eram autorizadas pela Igreja.
Foi Gregório VII – nascido Hildebrando- um Papa terrível que pontificou de 30 de junho de 1073 ate 25 de Maio de 1085, foi quem proibiu a leitura da Bíblia pela primeira vez.
Em finais do século XIII, o Papa Inocêncio III – nascido Lottario dei Conti di Segni - escreveu ao Bispo de Metz que a leitura da Bíblia  era perigosa para os simples e incultos.
“Essa peste (a Bíblia) assumiu tal extensão, que algumas pessoas indicaram sacerdotes por si próprios, e mesmo alguns evangélicos que distorcem e destruíram a verdade do evangelho e fizeram um evangelho para seus próprios propósitos... elas sabem que a pregação e explanação da Bíblia são absolutamente proibidas aos membros leigos” (“Acts of Inquisition, Philip Van Limborch, History of the Inquisition”, cap. 08)
Seguiram-se proibições estipuladas nos  Concílios :
1-      Toulouse, aportuguesado para Tolosa,  França, em 1229, “ no escopo de suprimir a Heresia Cátara foi terminantemente proibido  o uso da Bíblia pelos leigos”. A Heresia Catara ou catarismo foi um movimento cristão de ascetismo extremo na Europa Ocidental entre os anos de 1100 e 1200. “As principais manifestações do catarismo centralizavam-se na cidade de Albi, motivo pelo qual seus adeptos também receberam o nome de "albigenses".
“Proibimos ainda que seja permitido aos leigos possuir os livros do Velho e Novo Testamento, êxito o Saltério, ou o Breviário para dizer o Ofício divino, ou as Horas da Bem-aventurada Virgem a quem as desejar ter por devoção; porém proibimos estritamente que esses livros sejam em língua vulgar” (Concílio de Tolosa, 1229, cap. 14)
2-       Tarragona, Espanha, 1233;
3-       Oxford, Inglaterra, 1408;
4-      Mogúncia, Alemanha, 1485;
5-      Constança , Suíça, duração de 1414 ate 1418 ,  John Wycliffe (ou Wycliffe) , que em sua condenação por decreto (expedido em 4 de maio de 1415)  como Herético ou herege foi chamado pelas autoridades da Igreja de Roma de   “aquele pestilento , canalha, miserável  que inventou uma nova tradução das Escrituras na sua língua materna” por ter traduzido a Bíblia para o inglês. A famosa  Bíblia de Wycliffe, como passou a ser conhecida, foi amplamente distribuída por toda a Inglaterra.
O Papa Gregório IX, nascido Ugolino di Anagni , que pontificou de 1227 ate 1241, decretou:
“Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido” (Concil. Tolosanum, Papa Gregório IX, Anno Chr. 1229, Canons 14:2)
O Romano Pontífice Pio VII, nascido Luigi Giorgio Barnaba Chiaramonti , Papa de 14 de Março de 1800 até 20 de Agosto de 1823, inimigo figadal de Napoleão Bonaparte, que por este General Vencedor   foi levado a Paris para assistir a Coroação Imperial  em 2 de dezembro de 1804 , na Catedral de Notre-Dame de Paris, que por este Imperador dos Franceses  foi aprisionado em Savona e depois em Fontainebleau, só podendo regressar a Roma em 1814, já que  os Estados Papais foram restaurados pelo Congresso de Viena, era absolutamente contrario a leitura da Bíblia traduzida na língua nacional de cada país por parte do povo em geral.
Em sua carta “Magno et Acerbo”, de 3 de setembro de 1816, Pio VII quando consultado sobre as Sociedades Bíblicas de Londres e de São Petersburgo, Império Russo, atacou violentamente as traduções vernáculas da Bíblia, como esta abaixo:
"Fomos superados com grande tristeza e amargo quando soubemos que um plano pernicioso, de modo algum o primeiro, havia sido realizada, em que os livros mais sagrados da Bíblia estão sendo espalhados por toda parte, em toda a língua vernácula, com novas interpretações contrárias com as regras saudáveis da Igreja, e são habilmente transformado em um sentido distorcido. Pois, a partir de uma das versões deste tipo já apresentado a nós percebemos que esse perigo existe contra a santidade da doutrina mais pura, de modo que o poder fiel beber facilmente um veneno mortal daquelas fontes de onde eles devem drenar "águas de economia de sabedoria" [Ecclus. 15:03] ....
Leão XII, nascido Conde Annibale Francesco Clemente Melchiore Girolamo Nicola della Genga, que pontificou  de 28 de setembro de 1823 ate 10 de Fevereiro de 1829, falou :
“Não se vos oculta, Veneráveis Irmãos, que certa Sociedade vulgarmente chamada bíblica percorre audazmente todo o orbe e, desprezadas as tradições dos santos Padres, contra o conhecidíssimo decreto do Concílio Tridentino [v. 786], juntando para isso as suas forças e todos os meios, tenta que os Sagrados Livros se vertam, ou melhor, se pervertam nas línguas vulgares de todas as nações” (Leão XII, Encíclica Ubi primum de 5 de Maio de 1824).
O Pio IX, nascido Giovanni Maria Mastai-Ferretti, que pontificou de 16 de Junho de 1846 ate 7 de Fevereiro de 1878, ou seja,  31 anos, sete meses e 17 dias,  declarou  que “a leitura da Bíblia é um veneno!”  e mais:
1-      “A propagação da Bíblia é uma peste!” (Sillabus, 8-12-1864)
2-      E em sua Encíclica “Quanta Cura”, ele declarou que as sociedades bíblicas eram pestes que deveriam ser destruídas por todos os meios possíveis: “Socialismo, comunismo, sociedades clandestinas, sociedades bíblicas... pestes estas devem ser destruídas através de todos os meios possíveis” (Papa Pio IX, em sua Encíclica “Quanta Cura”, Título IV, 8 de Dezembro de 1866);
"Nas regras que foram aprovadas pelos Padres designados pelo Concílio Tridentino, aprovadas por Pio IV e antepostas ao Índice dos livros proibidos, lê-se por sanção geral que não se deve permitir a leitura da Bíblia publicada em língua vulgar” (Pio IX, Encíclica Inter praecipuas, 16 de Maio de 1844).
Pio IX, também, “enviou ao mundo” a Encíclica Quanta Cura (XXVII Encíclica deste  Papa ) em 8 de dezembro de1864, mas não satisfeito anexou a ela o Syllabus errorum, ( tradução livre o “Sílabo dos Erros de Nossa Época”), um “documento contém oitenta pontos, ou opiniões consideradas erradas pela autoridade da Igreja ”que  condenava as ideologias do panteísmo, naturalismo, racionalismo, indiferentismo, socialismo, comunismo, franco-maçonaria, Igrejas dadas como Cristãs a tentar explicar a bíblia ( no caso os protestantes) e vários outras formas de liberalismo religioso tidos por incompatíveis com a religião católica. ( grifo meu).
“Pio IX aboliu leis que forçavam os judeus a viver em áreas específicas, os impediam de praticar certas profissões, e os obrigavam a ouvir sermões quatro vezes por ano em tentativas de conversão. O Judaísmo e o Catolicismo eram as únicas religiões permitidas por lei (o Protestantismo era permitido aos estrangeiros mas não autorizado a italianos). Mesmo assim, o testemunho de um judeu em tribunal contra um cristão era inadmissível aos olhos da lei”.
Esse Papa “Em 29 de junho de 1869 publicou a Bula Aeterni Patris com a qual convocou o Concílio Vaticano I, cuja cerimônia de abertura contou com a presença de setecentos bispos no dia 8 de dezembro de 1869. Na quarta sessão solene do concílio, em 18 de julho de 1870, a Infalibilidade Papal foi declarada um Dogma de fé”.
Não preciso dizer mais nada sobre esse 255º Papa e Bispo de Roma, pois não???
Papa Leão XIII , nascido Vincenzo Gioacchino Raffaele Luigi Pecci , foi o 256 º Papa da Igreja Católica e Bispo de Roma, cardeal Giuseppe Pecci e Conde Giovanni Battista Pecci, ‘enviou ao mundo’ a Encíclica Providentissimus Deus que “ pela primeira vez aborda as questões da Bíblia e estudos bíblicos e exegética”.
Reconhece o Papa Leão XIII que:
1-      A Escritura é divinamente inspirada;
2-      A integridade dos livros sagrados;
3-      Escritura esta ligada a pregação;
4-      As antigas escolas da Sagrada Escritura devem ser reativadas;
5-      A Escritura esta diretamente ligada a Teologia, pois é a alma desta.
O Papa Leão XIII põe ordem nos Estudos Bíblicos analisando os opositores a eles e os erros cometidos pela Igreja Católica e como deve ser a seleção de professores, a investigação e interpretação bíblica,
Defendendo os estudos bíblicos o Papa Leão XIII conclama os católicos ao “engajamento na leitura da Bíblia e na divulgação das Escrituras Sagradas” e dando-lhes uma benção especial o Romano Pontífice termina sua Encíclica.
Papa Bento XV, nascido Giacomo Paolo Giovanni Battista della Chiesa, 258 º Bispo de Roma e Papa da Igreja Católica, de  famílias aristocratas de Genova e Nápoles a serviço  da Igreja, morreu de pneumonia.
Apesar de “ser contra os sionistas e seus projetos em relação a Palestina “, ou seja, um Estado Judaico na Terra Santa, ‘enviou ao mundo’ a Encíclica “Spiritus Paráclito”, em 15 de setembro de 1920,  que afirmava a “a inspiração divina e não sujeição a qualquer erro das Escrituras” e que é “preciso primeiro olhar para o alimento que as  Escrituras nos dá para assim alimentar a nossa vida espiritual e clarear o caminho da perfeição  em Cristo Jesus".
 Lutou pelo “restabelecimento da atividade missionária da Igreja no início do século XX” .
Em sua carta apostólica Maximum illud de 1919 , Bento XV falou claramente que era necessário “ um novo impulso às missões, com uma orientação clara para a comunicação do Evangelho” .
Por fim em  30 de setembro de 1943, num Vaticano cercado por topas nazistas, em uma Roma declarada città aperta -  Roma, Cidade Aberta – quando “comunistas e católicos unem-se para combater os alemães”, corajosamente o 260º Papa e Bispo de Roma, Venerável Pio XII ‘enviou ao mundo’ a Encíclica Divino Afflante Spiritu , que foi considerada pelo Papa Emérito  Bento XVI  no prefacio de seu livro Jesus de Nazaré a “   Encíclica que foi marco muito importante para a exegese católica  ".
Nesta Encíclica “Inspirado pelo Espírito Santo " Pio XII pede que as  novas traduções da Bíblia sejam feitas das línguas originais, em vez de a Vulgata Latina de São Jerônimo , falando claramente na Bíblia dos Hebreus, para assim ter novas traduções em língua vernacular, “de modo a chegar a um conhecimento mais profundo e mais completo do sentido dos textos sagrados. Ele afirmou que “temos de explicar o texto original, que foi escrito pelo autor  inspirado e tem mais autoridade e maior peso do que qualquer, mesmo a melhor,  tradução antiga ou moderna. Isso pode ser feito tanto mais fácil e proveitosamente se o conhecimento de línguas forem unidas a uma habilidade real na crítica literária do mesmo texto”.
“Desde então, traduções católicas da Bíblia têm sido baseados diretamente sobre os textos encontrados em manuscritos nas línguas originais, tendo em conta também as traduções antigas que parecem ser erros de transcrição desses manuscritos, embora a Vulgata Latina continue a ser a Bíblia no rito latino da Igreja Católica”.
“Segundo o Papa Bento XVI, depois das Sagradas Escrituras, o Papa Pio XII é o autor ou fonte autorizada mais citada nos documentos do Concílio Vaticano II (1962-1965). Bento XVI considera que não é possível entender o Concílio Vaticano II sem levar em conta o magistério de Pio XII. (…) A herança do magistério de Pio XII foi recolhida pelo Concílio Vaticano II e proposta às gerações cristãs posteriores ”.
“Nas intervenções orais e escritas se encontram mais de mil referências ao magistério de Pio XII e o seu nome aparece mencionado em mais de duzentas notas explicativas dos documentos do Concílio, estas notas com frequência constituem autênticas partes integrantes dos textos conciliares; não só oferecem justificativas de apoio para o que afirma o texto, mas também oferecem uma chave de interpretação, disse o Papa Bento XVI no discurso que dirigiu aos participantes do congresso sobre "A herança do magistério de Pio XII e o Concílio Vaticano II", promovido pelas universidades pontifícias Gregoriana e Lateranense, no 50.º aniversário da morte de Pio XII (2008)”.
“ Como por exemplo, os conceitos e as ideias expressas na encíclica Mystici Corporis Christi, do Papa Pio XII, influenciaram fortemente a redação da constituição dogmática Lumen Gentium, que trata da natureza e da constituição da Igreja. Este documento do Concílio Vaticano II usou e defendeu o conceito de Igreja expresso nesta encíclica (a Igreja como Corpo místico de Cristo), que era baseado na teologia de São Paulo”.
“Papa Pio XII (em italiano: Pio XII, em latim: Pius PP. XII; O.P., nascido Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli; Roma, 2 de Março de 1876 — Castelgandolfo, 9 de Outubro de 1958) foi eleito Papa no dia 2 de março de 1939 até a data da sua morte. Foi o primeiro Papa Romano desde 1724 e para mim é um “ Herói da Fé”.
Enquanto isso entre os protestantes...

“As Cinco Solas sintetizam os credos teológicos básicos dos Reformadores, pilares os quais creram ser essenciais da vida e prática cristã” .

AS CINCO SOLAS Parte 1 - autor: servus Dei

AS CINCO SOLAS
Parte 1
servus Dei
11/06/2014
Pela Fé nos acreditamos que a Bíblia Sagrada foi escrita por pessoas sob Inspiração Divina, isso é, “sob a supervisão especial do Espírito Santo, de tal sorte que as palavras ali registradas expressam de alguma maneira, a revelação de Deus”.
Aceitar que na Bíblia estão consignadas as Sagradas Escrituras é um Ato de Fé.
Pela Fé nos acreditamos que a Bíblia Sagrada dos cristãos e o Tanakh dos judeus nos contam a Historia da relação do Deus Criador com a Humanidade.
Pela Fé nos acreditamos que a Bíblia Sagrada nos conta o Ministério de Jesus, sua Obra, sua Ressureição, sua Ascenção aos Céus, e o envio por Deus do Espirito Santo, o Auxiliador da Igreja, e de cada Homem de per si.
Pela Fé nos acreditamos que a Bíblia Sagrada é um “Código de Conduta”, tanto para os Judeus no Velho Testamento, quanto para os cristãos no Velho e no Novo Testamento. 
Temos que estudar a Bíblia Sagrada – escolas dominicais, cultos, reuniões, etc. – para podermos viver em comunhão plena com Deus.
Entretanto temos que estudar mais para podermos entender o que nela está escrito, e isso passa por estudar os Textos Inspirados (textus inspiratos) que estão a nossa disposição como as “Cinco Solas” que definem princípios fundamentais da Reforma Protestante.
Vamos a elas e a seu revelador:
Martim Lutero.
Inegavelmente o Senhor nosso Deus usou Martin Lutero para através dele concertar o rumo da Igreja.
Contudo em determinado momento Lutero se perdeu.
Glutão, beberrão, envolvido em politica, Lutero começou a falar bobagens como:
“Em primeiro lugar, suas sinagogas deveriam ser queimadas... Em segundo lugar, suas casas também deveriam ser demolidas e arrasadas... Em terceiro, seus livros de oração e Talmudes deveriam ser confiscados... Em quarto, os rabinos deveriam ser proibidos de ensinar, sob pena de morte... Em quinto lugar, os passaportes e privilégios de viagem deveriam ser absolutamente vetados aos judeus... Em sexto, eles deveriam ser proibidos de praticar a agiotagem [cobrança de juros extorsivos sobre empréstimos]... Em sétimo lugar, os judeus e judias jovens e fortes deveriam pôr a mão na debulhadeira, no machado, na enxada, na pá, na roca e no fuso para ganhar o seu pão no suor do seu rosto... Deveríamos banir os vis preguiçosos de nossa sociedade ... Portanto, fora com eles...”.*
http://www.beth-shalom.com.br/
“Com essas palavras, e a atitude assustadora por trás delas, o alemão Lutero lançou os fundamentos do anti-semitismo do Terceiro Reich. Muitos de seus compatriotas puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht ["Noite dos Cristais"], episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores [durante o tempo do nazismo]”.*
http://www.beth-shalom.com.br/
Com razão, o Dr. Michael Brown, um judeu messiânico, pergunta:
“Seria possível que [...] um homem cujos escritos deflagraram a Reforma Protestante, [...] cujos comentários sobre Romanos e Gálatas contribuíram para as conversões de John e Charles Wesley [...] seria possível que suas palavras tivessem ajudado a atiçar as chamas dos fornos de extermínio nazistas ?”.
http://www.beth-shalom.com.br/
Podia tanto que “Julius Streicher argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes” e “o próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, "o Grande", e Richard Wagner”.
Não sei se o Dr. Michael Brown conseguiu uma resposta a sua pergunta, mas eu consegui.
O Espirito Santo se retirou de Martin Lutero, ficando ele sem o Grande Auxiliador, sem os Rumos Inspirados que Ele nos traz, portanto, o reformador ficou órfão e se perdeu.
Vamos a passos nas Bases Bíblicas:
Carta de Paulo aos Efésios, capitulo 4:
De 11 ate 14: E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,  com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,  até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,  para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.
De 17 ate 19: Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos,  obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração,  os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza.
De 25 ate 30: Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.
Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.
E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.
 Em 1 Tessalonicenses, capitulo 5, 18 e 19, fica mais claro ainda:
Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Não apagueis o Espírito.
Ora, ora, fica claríssimo que Martim Lutero entristeceu o Espirito Santo e se O entristeceu deixou de ter o Auxilio que o Senhor Jesus nos prometeu.
É claro, repito, claríssimo.
Lutero, glutão e beberão, recebia seus convidados na mesa  para conversas regadas a cerveja e muita comida e essas reuniões gerou um livro denominado em alemão Tischreden, ou Martin Luther 's Table Talk, ou Conversas a Mesa, publicado em Eisleben em 1566, onde o Johannes Mathesius, um dos começais, graves declarações, observações brincalhões ou mesmo prejudiciais, o que me dá a certeza de que o reformador se tornou insensível e se entregou  à dissolução , com avidez,  e cometeu toda sorte de impureza.   (Efésios 4: 19)
CONTUDO não podemos esquecer que no inicio da Reforma Lutero tinha a Orientação do Espirito Santo e a prova esta nas Cinco Solas:
1- Sola fide (somente a fé);
2 - Sola scriptura (somente a Escritura);
3- Solus Christus (somente Cristo);
4 - Sola gratia (somente a graça);
5- Soli Deo gloria (glória somente a Deus).
Como já deu para perceber ‘sola’ significa "somente".


Continua...

AS CINCO SOLAS - Parte 3 - SOLA FIDE - autor: servus Dei

SOLA FIDE
Pela Fé Somente

“Baseado na seguinte tradução feita por Lutero, em 1521, de Romanos 3.28: “...o homem é justificado [...] pela fé somente”. Lutero usou essa expressão para indicar que a justificação do pecador é obra de Deus, pelo que a “justiça alheia” de Cristo é imputada ao crente e recebida somente pela fé, à parte da realização de boas obras.”.
Teologia dos Reformadores.

Autor: servus Dei

Minha cara leitora, meu caro leitor:
Escrever sobre a FÉ sem repetir chavões é uma “coisa” muito difícil, por isso vou pedir que meditem sobre a sua FÈ, após ler essa minha pequena narrativa, que para muitos cientistas e alguns médicos trás fundamento para que eles me encarem como um pouco tantã  e assim me recomendem um bom psiquiatra, mas vamos lá:
1) Na semana passada, minha esposa e eu, fomos a cidade mineira de Itajubá. Chovia e na volta apareceu no céu, não um, mas dois arco-íris. Eu chamei atenção dela, que conduzia o veiculo, falando:
“- Olha o arco-íris que o Senhor colocou no Céu como prova do Pacto que fez com Noé, que maravilha”.
Imediatamente começamos a Louvar a Deus.
Os cientistas, com razão, podem afirmar que “O arco-íris surge quando o Sol aparece no fim de uma chuva e é devido à refração da luz nas gotículas de água no ar”, como está no site br.geocities.com/saladefisica3, que ele, pela nossa Fé, continuará sendo o arco-do-pacto que o Criador fez com a Humanidade atraves de Noé.
2) Certa feita, estávamos minha mãe, minha esposa e eu, passeando de carro na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, quando vimos que no Poente o Céu e o Mar Oceano estavam de uma só totalidade verde esmeralda. A visão era fantástica, inacreditável, inimaginável.
Nunca, em lugar algum , tínhamos visto tal tonalidade, e eu imediatamente comecei a Louvar e agradecer a Deus pelos nossos olhos, pelas nossas vistas, pois assim podíamos ver um espetáculo tão magnífico de sua Criação, que fundia o Céu com o Mar Oceano , tendo ao lado uma réstia de terra.
Elas, também, começaram a Louvar a Deus e quando mais nos dirigíamos para o Recreio dos Bandeirantes, o final da Praia, mais aquele fenômeno se movimentava de forma esplendorosa, e o impressionante é que a atmosfera dentro do veiculo, também começou a se modificar como se a presença do Espírito Santo ali estivesse.
Todos nos sentimos.
Essas palavras que usei não dão para dar idéia do que foi o sentido por nos três, nesse ato de Fé em movimento.
3) Quem não sabe que Jesus ressuscitou a Lazaro?
Até um ateu desinformado.
Muito Bem.
Eu era neófito e estava estudando a Bíblia com afinco quando li as seguintes palavras que estão em João, capitulo 11, A ressurreição de Lázaro, versículo 35:
“Jesus chorou”.
O impacto foi tão grande que quem começou a chorar fui eu.
Meu ritmo cardíaco se descompensou.
Eu fiquei sem ação e por ai foi...
Ler sobre Jesus chorando durante seu Calvário é uma coisa, mas ler nessa passagem em que toda a sua humanidade se manifesta é demais.
Ali estava Meu Salvador, Deus e Homem Verdadeiro, chorando pela morte de um amigo.
Dobrei meu joelho e orei, orei muito, pedindo a Deus que consolidasse a minha FÉ.
Minha cara leitora, meu caro leitor:
Nessa minha pequena narrativa tentei demonstrar que creio em Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo.
Muita gente pode dizer e com razão que a “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”, conforme está no Livro aos Hebreus, capitulo 11, versículo 1, mas ninguém pode dizer que esses fatos que acima descrevi não são bênçãos de Deus para corroborar  a nossa Fé.
Que o Senhor Nosso Deus seja Misericordioso para conosco, em Nome de Jesus,
Amém
servus Dei

Gosto de usar os artigos da Wikipédia em meus escritos, pois eles são facílimos para o leitor conferir o que ensino.
Abaixo o Sola fide.

Sola fide é o ensinamento de que a justificação (interpretada na teologia protestante como "sendo declarada apenas por Deus") é recebida somente pela Fé, sem qualquer interferência ou necessidade de boas obras, embora na teologia protestante clássica, a Fé salvadora é sempre evidenciada, mas não determinada, pelas boas obras. Alguns protestantes veem esta doutrina como sendo o resumo da fórmula "Fé produz justificação e boas obras" e em contraste com a fórmula católica romana "fé e boas obras rendem justificação". O argumento católico é baseado na Epístola de Tiago (Tiago 2:14–17):
De que serve, meus irmãos, se alguém disser que tem fé se não tiver obras ?
Acaso pode essa fé salvá-lo?
 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e necessitarem do pão quotidiano, e algum de vós lhes disser: "Ide em paz, aquentai-vos e saciai-vos," e não lhes derdes o que é necessário para o corpo, que lhes aproveita?
Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
A visão protestante da justificação é que ela é a obra de Deus através dos meios da graça.
A Fé é a justiça de Deus, que é realizada em nós através da palavra trabalham para matar o ego pecaminoso e para realizar a nova criação dentro de nós. Esta nova criação dentro de nós é a Fé de Cristo. Se não temos essa Fé, então somos ímpios. Indulgências, ou orações não acrescentam nada e nada são.
Precisamos da Fé que vem de Deus através da Velha ( Velho Testamento) e da Nova Aliança ( Novo Testamento).
 No documento fundador da Reforma, as 95 teses, Lutero diz que:
“              1 – Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: "Arrependei-vos..." (Mateus 4:17) certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.
95 – E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas. (Atos 14:22).

A doutrina Sola fide é às vezes chamada de princípio formal e material da teologia da Reforma, porque era a questão doutrinal central para Martinho Lutero e os outros reformadores. Lutero chamou de "doutrina pela qual a igreja permanece ou cai" (latim: articulus stantis et cadentis ecclesiae).